Testes de HIV em farmácias tornam-se mais comuns


20/08/2018

Quem quer ter um resultado rápido e mais fácil sobre HIV (vírus da imunodeficiência humana) conta com opções dentro de farmácias e drogarias. Se antes era preciso fazer o teste em clínicas de diagnósticos, agora testes rápidos ajudam quem quer privacidade ou uma resposta mais ágil.

Um deles é o Action, primeiro autoteste de HIV do Brasil. Ele diagnostica anticorpos contra HIV ½ por punção digital. Funciona com a coleta de gotas de sangue, semelhante aos testes já existentes para medição de glicose por diabéticos.

De acordo com uma pesquisa feita pela OrangeLife, empresa que lançou o produto, o perfil de consumo nas regiões Sul e Sudeste demonstra que o público masculino na faixa etária entre 27 e 47 anos de idade representa 90% das vendas do teste. Para o CEO da empresa, Marco Collovate, além de o sexo feminino fazer exames rotineiros em laboratórios, as mulheres acham que não contrairão a doença porque confiam em seus parceiros.

Outra opção é o Hilab, dispositivo já disponível em farmácias de todo o País. Ele é o primeiro serviço de telemedicina que realiza exames laboratoriais não somente de HIV, mas de gravidez, perfil lipídico, vírus Zika, Chikunguya, dengue, hepatite, colesterol total, HDL, hemoglobina glicada, vitamina D, glicemia, entre outros.

O sangue é coletado da ponta do dedo, fazendo com que o processo seja menos invasivo. O resultado sai em aproximadamente dez minutos e traz os laudos com validações e análises médicas que obedecem aos padrões de qualidade, confiabilidade e precisão equivalentes às metodologias já disponíveis em laboratórios convencionais.

Fonte: Trier Sistemas



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