INBRAVISA INFORMA: NUNCA HOUVE TANTO REMÉDIO FALSIFICADO NO MERCADO BRASILEIRO


25/02/2008

O INBRAVISA - INST. BRAS. DE AUDITORIA EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA (www.inbravisa.com.br), informa que Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP) está em estado de alerta, pois jamais houve incidência tão grande de casos de medicamentos falsificados no Brasil. De forma geral, os produtos entram no país via Paraguai e Uruguai, vindos da Ásia. A diversidade de produtos é grande: desde estimulantes sexuais, como Viagra, Levitra e Cialis, até remédios para celulite, queda de cabelo, emagrecimento e analgésicos, produtos usados para o tratamento de câncer, todos sem eficácia para a saúde. Rui Dammenhain, especialista em vigilância sanitária e diretor presidente do INBRAVISA, lembra que pela Lei 9677/98, a comercialização de medicamentos falsificados é crime hediondo e prevê pena de dez a 15 anos de reclusão. "Mas sem a conscientização da população através de campanhas educativas esta situação só tende a piorar", complementa. Para se prevenir contra o comércio de medicamentos falsificados, população deve: 1) Verificar a existência nas embalagens de um símbolo, revestido com material metalizado (tipo raspadinha), que, ao ser raspado, expõe a palavra qualidade e a logomarca do fabricante; 2) Verificar se a embalagem possui lacre; 3) Compre medicamentos apenas em farmácias e drogarias, de preferência estabelecimentos já conhecidas; 4) Fique atento a promoções e liquidações: preços muito baixos, podem indicar que o produto tem origem duvidosa, nenhuma garantia de qualidade ou até mesmo ser roubado; 5) Exiga a nota fiscal e de preferencia guarde este documento dentro da embalagem do produto; 6) Observe sempre a data de validade do medicamentoe e se não há rasgos, rasuras ou alguma informação que tenha sido apagada ou raspada. Em caso de dúvida sobre a condição do medicamento o usuário pode fazer uma consulta ao INBRAVISA através do e-mail [email protected] e serão fornecidas orientações de como proceder.



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